Rev. Soc. Bras. Enferm. Ped.2009;9(1):7-11.

ANÁLISE DOS FATORES OBSTÉTRICOS, SOCIOECONÔMICOS E COMPORTAMENTAIS QUE DETERMINAM A FREQUÊNCIA DE RECÉM-NASCIDOS PRÉ-TERMOS EM UTI NEONATAL

Rute Ivete de Andrade
Chagas
, Claudiane Maria Urbano
Ventura
, Gercineide Maria Jesus de
Lemos
, Danilo Felipe Monteiro dos
Santos
, Jailson José da
Silva

DOI: 10.31508/1676-3793200900002

Resumo

Estudo prospectivo, descritivo, quantitativo, desenvolvido na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, de um hospital escola da cidade do Recife-PE. Objetivou-se analisar a frequência de nascimentos prematuros na UTIn e os fatores associados à prematuridade. A população constou de 140 prontuários de RNPT. Os dados foram coletados no período de julho a setembro de 2008. Utilizou-se como instrumento de coleta um questionário. Elencaram-se as variáveis biológicas do recém-nascido (peso, sexo e idade gestacional); obstétricas (diabetes, eclampsia, idade materna, intervalo entre partos, número de paridade, pré-eclampsia e quantitativo de consultas pré-natais); socioeconômicas (escolaridade e renda familiar); comportamentais (alcoolismo e tabagismo). Constatou-se uma predominância do sexo feminino (54,3%); peso de nascimento superior a 1500g (67,2%); e, idade gestacional superior a 30 semanas (78,5%). Concluiu- se que: dentre os fatores obstétricos, predominaram a pré-eclampsia (30%); nos socioeconômicos, 21,4% com renda familiar inferior a 1 salário mínimo; nos comportamentais, 81,4% não utilizaram álcool na gestação e 2% eram fumantes.

ANÁLISE DOS FATORES OBSTÉTRICOS, SOCIOECONÔMICOS E COMPORTAMENTAIS QUE DETERMINAM A FREQUÊNCIA DE RECÉM-NASCIDOS PRÉ-TERMOS EM UTI NEONATAL

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