Rev. Soc. Bras. Enferm. Ped.2002;2(2):81-9.

O aquecimento como forma de comunicar-se com as crianças da recuperação pós-anestésica: uma preocupação a ser (re)vista pela equipe de enfermagem

Ronilson Gonçalves
Rocha
, Priscila de Castro
Handem
, Nébia Maria Almeida de
Figueiredo

DOI: 10.31508/1676-3793200200007

Resumo

Estudo realizado por graduandos de enfermagem da Universidade do Rio de Janeiro enquanto desenvolviam estágio curricular em um hospital da rede pública do município do Rio de Janeiro. Tem como objetivo mostrar a importância do conhecimento acerca do aquecimento a ser feito pela equipe de enfermagem às crianças da Recuperação Pós-Anestésica (RPA) como forma de comunicar-se. Utilizou-se abordagem metodológica qualitativa por tratar-se de um trabalho que envolve a percepção de alguns fenômenos aparentemente imensuráveis. Encontrou-se uma categoria de análise com duas subcategorias: Comunicar é AQUECER a criança: a razão (saber-fazer) e a emoção (fazer sem saber) contidos no CUIDADO de ENFERMAGEM na RPA; 1ᵃ subcategoria – Sabendo sem priorizar o Aquecimento na RPA; 2ᵃ Subcategoria – Sem saber priorizando o Aquecimento na RPA. Concluiu-se que a Enfermagem precisa evidenciar a necessidade do aquecimento como comunicação com as crianças em RPA, buscando interpretar sua subjetividade para evitar possíveis traumas para as mesmas.

O aquecimento como forma de comunicar-se com as crianças da recuperação pós-anestésica: uma preocupação a ser (re)vista pela equipe de enfermagem

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