Rev. Soc. Bras. Enferm. Ped.2018;18(1):29-36.

Práticas de enfermagem relacionadas à cateterização intravenosa periférica em recém-nascidos e crianças

Regina Ayumi
Nakandakari
, Maria Magda Ferreira Gomes
Balieiro
, Aline Santa Cruz Belela
Anacleto
, Denise Miyuki
Kusahara
, Ariane Ferreira Machado
Avelar

DOI: 10.31508/1676-3793201800005

Resumo

Objetivo

Identificar práticas e intervenções de enfermagem relacionadas à cateterização intravenosa periférica e terapia intravenosa em recém-nascidos e crianças.

Métodos

Estudo descritivo desenvolvido em Unidades de Cuidados Intensivos Neonatais e Pediátricos de três hospitais da cidade de São Paulo. A amostra foi composta por 81 profissionais de enfermagem. Para a coleta dos dados foi utilizado questionário com questões referentes à prática de enfermagem relacionada à instalação, manutenção e retirada do cateter.

Resultados

A maioria dos profissionais respondeu que realiza entre 1 a 3 punções por plantão sem o uso de equipamentos que favoreçam a visualização dos vasos. O principal motivo para a retirada do cateter é a complicação da terapia intravenosa, sendo a infiltração a mais observada.

Conclusão

Foram evidenciados cuidados que propiciam a diminuição do risco de complicações como tempo reduzido de garroteamento, verificação da permeabilidade do cateter antes da administração do fármaco e prevenção de associação medicamentosa.

Práticas de enfermagem relacionadas à cateterização intravenosa periférica em recém-nascidos e crianças

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