Rev. Soc. Bras. Enferm. Ped.2011;11(1):33-40.

REPOSIÇÃO DE VOLUME INTRAVASCULAR E USO DE INOTRÓPICOS NO ATENDIMENTO DE CRIANÇAS EM CHOQUE SÉPTICO

Amanda Gabriela
Müller
, Maria Angélica Sorgini
Peterlini
, Werther Brunow de
Carvalho
, Mavilde da Luz Gonçalves
Pedreira

DOI: 10.31508/1676-3793201100005

Resumo

O estudo objetivou verificar os modos de implementação da reposição volêmica intravascular e de inotrópicos em crianças com choque séptico, internadas em uma Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos, na fase inicial de atendimento. Pesquisa retrospectiva de análise documental. Foram analisados 22 registros de atendimento inicial de 19 crianças, com média de idade de 23 meses, predominantemente lactentes do sexo masculino, 31,6% morreram em decorrência do choque séptico. Computouse o uso de 29 cateteres, sendo 31,0% intravenosos periféricos e 69,0% centrais. A fluidoterapia mais utilizada foi o soro fisiológico (60,6%), seguido de albumina (24,3%). Em 63,6% dos atendimentos o volume administrado de solução foi inferior a 20ml/kg e em 36,4% entre 20 e 60ml/kg. O cloridrato de dobutamina e o cloridrato de dopamina foram os medicamentos mais utilizados. Enfermeiras exercem importante função na identificação e intervenção precoce dos sinais clínicos de sepse ou choque séptico, atuando com a equipe médica para restabelecer as condições clínicas das crianças.

REPOSIÇÃO DE VOLUME INTRAVASCULAR E USO DE INOTRÓPICOS NO ATENDIMENTO DE CRIANÇAS EM CHOQUE SÉPTICO

Comentários