Rev. Soc. Bras. Enferm. Ped.2015;15(1):7-12.
Prevalência de nascidos vivos com anomalias congênitas no município de São Paulo
DOI: 10.31508/1676-3793201500002
Resumo
Objetivo:
Identificar a prevalência da anomalia congênita em recém-nascidos do município de São Paulo.
Método:
Estudo caso controle, a partir dos dados da Declaração de Nascidos Vivos do município de São Paulo, no período de 2007 a 2011. A amostra foi de 27.564 recém-nascidos, selecionados aleatoriamente em grupo caso e controle. Utilizou-se a estatística descritiva para análise dos dados.
Resultados:
A prevalência de anomalia congênita foi de 1,2% dos nascidos vivos. A média de idade das mães foi de 28,2 anos no grupo com anomalia congênita e 27,4 no sem anomalia, com gestação de feto único (95,9% e 97,4%), idade gestacional, na faixa de 37 a 41 semanas (75,5% e 90,2%) e escolaridade de 8 a 11 anos (53,0% e 90,2%), respectivamente. Peso médio ao nascer 2853,8g no grupo com anomalia.
Conclusão:
a anomalia congênita foi mais frequente em gestação a termo, feto único com peso adequado a idade gestacional. O conhecimento da prevalência da anomalia congênita pode servir de instrumento para planejamento em saúde garantindo o acesso e a qualidade do atendimento às mulheres e recém-nascidos.
Palavras-chave: Anormalidades Congênitas; Enfermagem; Epidemiologia; Recém-nascido
