Rev. Soc. Bras. Enferm. Ped.2015;15(1):7-12.

Prevalência de nascidos vivos com anomalias congênitas no município de São Paulo

Carolina Queiroz de Souza
Mendes
, Marta José
Avena
, Myriam Aparecida
Mandetta
, Maria Magda Ferreira Gomes
Balieiro

DOI: 10.31508/1676-3793201500002

Resumo

Objetivo:

Identificar a prevalência da anomalia congênita em recém-nascidos do município de São Paulo.

Método:

Estudo caso controle, a partir dos dados da Declaração de Nascidos Vivos do município de São Paulo, no período de 2007 a 2011. A amostra foi de 27.564 recém-nascidos, selecionados aleatoriamente em grupo caso e controle. Utilizou-se a estatística descritiva para análise dos dados.

Resultados:

A prevalência de anomalia congênita foi de 1,2% dos nascidos vivos. A média de idade das mães foi de 28,2 anos no grupo com anomalia congênita e 27,4 no sem anomalia, com gestação de feto único (95,9% e 97,4%), idade gestacional, na faixa de 37 a 41 semanas (75,5% e 90,2%) e escolaridade de 8 a 11 anos (53,0% e 90,2%), respectivamente. Peso médio ao nascer 2853,8g no grupo com anomalia.

Conclusão:

a anomalia congênita foi mais frequente em gestação a termo, feto único com peso adequado a idade gestacional. O conhecimento da prevalência da anomalia congênita pode servir de instrumento para planejamento em saúde garantindo o acesso e a qualidade do atendimento às mulheres e recém-nascidos.

Prevalência de nascidos vivos com anomalias congênitas no município de São Paulo

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